O Islã e o Nazismo

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O Islã e o Nazismo

Mensagem por erreve em Seg Nov 29, 2010 6:46 am

Que ligação poderá haver entre o Islã e o Nazismo?

Bem, a mensagem a seguir foi recebida por mim hoje, através do correio eletrônico. Achei muito oportuna, principalmente quando estou vendo nossos governantes aos beijos e abraços com o sanguinolento Irã e seus Aiatolás fanáticos que apedrejam "adúlteras", assassinam homossexuais e cortam as mãos de ladrões de galinha.

Me envergonho ao ver o Brasil se posicionar perante a opinião pública mundial alinhado com esses religiosos fanáticos.

Segue o correio que fala por si...

Ainda que numa perspectiva aristocrata, o texto abaixo é muito realista.

Uma perspectiva do Islão

O autor deste e-mail é dito ser o Dr. Emanuel Tanya, um conhecido e respeitado psiquiatra. Um homem cuja família pertencia à aristocracia alemã antes da segunda guerra mundial e era proprietário de uma série de grandes indústrias e propriedades.

Quando perguntado sobre quantos alemães eram verdadeiros nazis, sua resposta pode guiar nossa atitude em relação ao fanatismo: 'Muito poucas pessoas foram verdadeiras nazis', disse ele, 'mas muitos gostaram do regresso do orgulho alemão e muitos mais estavam demasiado ocupados para se importarem com isso’. Eu era um dos que pensavam que os nazis não eram mais que um bando de idiotas.

Assim, a maioria limitou-se a ficar sentada e a deixar tudo acontecer. E antes que nos apercebêssemos eles eram donos de nós, tínhamos perdido controlo da situação e tinha chegado o fim do mundo. Minha família perdeu tudo, eu acabei num campo de concentração e os aliados destruíram minhas fábricas.'

Tem-nos sido dito repetidas vezes por "especialistas" e "comentadores" que o Islão é uma religião de paz e que a grande maioria dos muçulmanos só quer viver em paz. Ainda que esta afirmação possa ser verdadeira, ela é totalmente irrelevante. É treta sem sentido destinada a nos fazer sentir melhor e a minimizar o fantasma do alvoroço mundial em nome do Islão. Porém o facto é que são os fanáticos que mandam no Islão neste momento da história.

São os fanáticos que conduzem, são os fanáticos que empreenderam todas as 50 pungentes guerras no mundo, são os fanáticos que sistematicamente trucidam grupos cristãos ou tribais através da África e estão gradualmente tomando conta de todo o continente numa onda islâmica, são os fanáticos que bombardeiam, decapitam, assassinam em nome da lei, são os fanáticos que se vão apoderando das mesquitas, são os fanáticos que zelosamente espalham a tradição do apedrejamento e enforcamento das vítimas de violação e dos homossexuais, são os fanáticos que ensinam seus filhos a matar e a tornar-se bombistas suicidas.

Os factos, rigorosos e quantificáveis demonstram que a maioria pacífica, a ‘maioria silenciosa', é cobarde e irrelevante.

A Rússia comunista era formada de russos que apenas queriam viver em paz, contudo os comunistas russos foram responsáveis pelo massacre de cerca de 20 milhões de pessoas. A maioria pacífica era irrelevante.

A enorme população da China também era pacífica, porém os comunistas chineses conseguiram matar uns 70 milhões de pessoas.

O japonês médio antes da segunda guerra mundial não era um sádico belicista. Todavia o Japão fez um percurso de assassinatos através do Sudeste Asiático numa orgia de matança que incluiu o sistemático abate de 12 milhões de chineses civis, mortos à espada, à pá e à baioneta.

E quem pode esquecer o Ruanda, que colapsou numa carnificina. Não poderíamos dizer que a maioria dos ruandeses eram 'amantes da paz'?

As lições da história são incrivelmente simples e claras, porém apesar de todo o nosso poder de raciocínio, falhamos a percepção dos pontos mais básicos e simples.

Os muçulmanos amantes da paz tornaram-se irrelevantes através do seu silêncio. Os muçulmanos amantes da paz tornar-se-ão nossos inimigos se não marcarem posição, pois que, à semelhança do meu amigo alemão, eles irão acordar um dia e descobrir que os fanáticos são seus donos e que o fim do seu mundo terá começado.

Alemães, japoneses, chineses, russos, ruandeses, sérvios, afegãos, iraquianos, palestinos, somalis, nigerianos, argelinos e muitos outros amantes da paz têm morrido porque a maioria pacífica não tomou posição até ser demasiado tarde. Quanto a nós que assistimos a todo este desenrolar, temos de prestar atenção ao único grupo que conta - os fanáticos que ameaçam nosso modo de vida.

Por último, quem quer que tenha dúvidas de que o problema é grave e simplesmente apague este e-mail sem o enviar, está contribuindo para a passividade que permite que o problema se intensifique. Por isso estique-se um pouco e retransmita esta mensagem uma e outra vez e ainda outra vez! Esperemos que milhares de pessoas em todo o mundo leiam isto, pensem nisto, e passem a mensagem.


Antes que seja tarde demais !!!!
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Re: O Islã e o Nazismo

Mensagem por Regis Medina em Seg Nov 29, 2010 4:13 pm

Parece estar cada vez mais aumentando o conflito entre o pensamento religioso fanático e uma tendência secular humanista.
O perigo do fanatismo religioso e belicoso, é que pode ser respondido com o mesmo fanatismo religioso e belicoso.
Faz tempo que circula em meios evangélicos e-mails dos mais raivosos conclamando uma verdadeira luta "santa" pela defesa do cristianismo em resposta a ameaça do islã.
Isso vi no Brasil... Imagino o que deva circular na região do cinturão bíblico dos E.U., com tantos fanáticos da chamada extrema direita cristã.
Nada diferente nas madrassas islamicas formando o ódio fanático pelo ocidente.

Nesse mundo maluco, o ódio dissimulado parece ser o mais evidente fruto religioso, talvez os ateus ainda unam os cristão e os muçulmanos num objetivo santo em comum. Arrow
É mais fácil que dar ensino secular de qualidade para todo esse bando.


Tem um monte de vídeos em que pais mostram com orgulho a mer*** que estão fazendo com a cabeça de suas crianças. Esse meme que persiste em se reproduzir.
Por último e emblemático:
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Re: O Islã e o Nazismo

Mensagem por erreve em Seg Nov 29, 2010 6:39 pm

Encontrei um assunto hoje, no JWDF que endereça os interessados para um sítio teísta que defende a doutrinação de crianças, negando que, como Richard Dawkins afirmou em seu livro Deus, Um Delírio, seja abuso infantil.

O endereço vai aí: Evidence for God. Is the Teaching of Religion Really a Form of Child Abuse. http://www.godandscience.org/apologetics/religion_as_child_abuse.html acesso em 29/11/10

Esses vídeos provam que Dawkins está coberto de razão.
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Re: O Islã e o Nazismo

Mensagem por Regis Medina em Seg Nov 29, 2010 7:24 pm

Estou vendo o site Erreve, seria de se esperar uma defesa dessas, muito seletiva em seus dados. Se eu quero acreditar apenas nessa fonte com certeza minha conclusão é que crianças com ensino religioso são mais educadas, comportadas, felizes e tudo de bom.
Pena que o mundo, a realidade observada não combina com o alegado.
Seria fácil se fosse verdade.
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Re: O Islã e o Nazismo

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